Na verdade, nós fomos atrasados logo no início, na descoberta da surdez. O primeiro médico que nos atendeu quando fizemos o segundo teste da orelhinha (a confirmação) não nos encaminhou para nenhuma fonoaudióloga para estimulação ou uso dos aparelhos auditivos. Ele afirmou que não conhecia nenhuma empresa que fizesse os aparelhos e que depois iria nos encaminhar a alguma fono que trabalhasse com isso. Ele se preocupou apenas com os exames BERA, Ressonância e Tomografia que seriam feitos uns meses depois. Então ficou um buraco de 6 meses até iniciarmos as ações concretas para ajudar nosso bebê. Ele deveria estar usando aparelhos desde o segundo mês. Teria sido mais fácil a adaptação e aceitação dele, sem contar que ele teria sido estimulado e talvez nem perdesse o restinho de audição que tinha, pois alguns sons chamavam sua atenção.
Diário da gravidez, nascimento e surpresas da vida do meu filho, Danillo.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Tratamento atrasado
Foi quase um mês de espera pelo novo molde. Levamos os aparelhos ao NUTEP
para que a Fono Marianita o ajustasse na orelhinha do Danillo e nos orientasse
quanto ao uso. E mais uma vez, como uma mãe, a profissional nos deu total
assistência e puxões de orelha para nos conscientizar do uso dos aparelhos, que
para nós pais tem sido difícil, diante das recusas dele. Foi uma conversa
longa, quase duas horas do tempo de outros pacientes, que ela nos dedicou e
principalmente a mim, tentando me fortalecer. Desabafei quanto a minha falta de
estrutura e cansaço por toda essa situação e por saber que a "luta"
ainda será muito grande. Tenho meu outro filho e a casa pra dar conta - e a
ajuda do pai só é possível à noite. O uso dos aparelhos depende totalmente do
tempo que temos para estar com o Danillo única e exclusivamente, evitando que
ele os retire e os jogue bem longe.
Na verdade, nós fomos atrasados logo no início, na descoberta da surdez. O primeiro médico que nos atendeu quando fizemos o segundo teste da orelhinha (a confirmação) não nos encaminhou para nenhuma fonoaudióloga para estimulação ou uso dos aparelhos auditivos. Ele afirmou que não conhecia nenhuma empresa que fizesse os aparelhos e que depois iria nos encaminhar a alguma fono que trabalhasse com isso. Ele se preocupou apenas com os exames BERA, Ressonância e Tomografia que seriam feitos uns meses depois. Então ficou um buraco de 6 meses até iniciarmos as ações concretas para ajudar nosso bebê. Ele deveria estar usando aparelhos desde o segundo mês. Teria sido mais fácil a adaptação e aceitação dele, sem contar que ele teria sido estimulado e talvez nem perdesse o restinho de audição que tinha, pois alguns sons chamavam sua atenção.
Na verdade, nós fomos atrasados logo no início, na descoberta da surdez. O primeiro médico que nos atendeu quando fizemos o segundo teste da orelhinha (a confirmação) não nos encaminhou para nenhuma fonoaudióloga para estimulação ou uso dos aparelhos auditivos. Ele afirmou que não conhecia nenhuma empresa que fizesse os aparelhos e que depois iria nos encaminhar a alguma fono que trabalhasse com isso. Ele se preocupou apenas com os exames BERA, Ressonância e Tomografia que seriam feitos uns meses depois. Então ficou um buraco de 6 meses até iniciarmos as ações concretas para ajudar nosso bebê. Ele deveria estar usando aparelhos desde o segundo mês. Teria sido mais fácil a adaptação e aceitação dele, sem contar que ele teria sido estimulado e talvez nem perdesse o restinho de audição que tinha, pois alguns sons chamavam sua atenção.
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